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Google atualiza aplicativo de Acesso de Voz, expande para mais dispositivos

O Google lançou na quinta-feira uma atualização para seu aplicativo Voice Access, que estreou em 2018 para permitir que as pessoas naveguem em seus telefones com sua voz. Inicialmente disponível no Android 11, a versão atualizada do Voice Access já está disponível em beta em todo o mundo em dispositivos com Android 6.0 ou mais.

Aprendizado de máquina e uma nova interface tornam o Voice Access mais fácil de usar, diz o Google. Antes, o Voice Access desenhava números na tela do seu telefone para que você pudesse dizer comandos como “toque em 1” ou “role para baixo em 5”. A versão atualizada do Voice Access permite que você peça rótulos em vez de números — então, por exemplo, você poderia dizer, “Open Chrome” ou “responder”.

Isso pode ser particularmente útil para pessoas com deficiência motora, observa o Google, como aquelas com ELA, lesões na medula espinhal ou artrite. Mas também pode ajudar pessoas com uma deficiência temporária, como um braço quebrado, ou alguém cujas mãos estão ocupadas com uma tarefa como cozinhar.

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O aplicativo atualizado também inclui novos comandos que permitem concluir tarefas mais rapidamente. Em vez de dizer “tocar na pesquisa” e depois “digitar gatinhos”, por exemplo, agora você pode apenas dizer “procurar gatinhos” no YouTube, Fotos e outros aplicativos.

Ao instalar ou atualizar para a nova versão do Voice Access, você terá a opção de ter o aplicativo de lançamento sempre que usar o telefone, ou dizer “Hey Google, Voice Access” quando precisar.

As atualizações vêm do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, que “visa promover os direitos e o bem-estar das pessoas com deficiência em todas as esferas da sociedade e do desenvolvimento”, segundo as Nações Unidas. Mais empresas de tecnologia, como Twitter, Facebook e Apple,estão lançando recursos de acessibilidade à medida que organizações e defensores apontam as disparidades que existem. A pandemia coronavírus também destacou a urgência das acomodações por incapacidade,já que mais pessoas dependem de interações online para tarefas cotidianas.

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